Comunidade ilhense unida define novas diretrizes no fortalecimento e proteção à infância e juventude

ILHA SOLTEIRA — Dias de debate intenso, escuta ativa e ideias transformadoras marcaram a 13ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Ilha Solteira, realizada entre sexta-feira (25) e sábado (26). Com foco no fortalecimento da rede de proteção e no estímulo à participação democrática, o encontro mobilizou moradores e especialistas para traçar o futuro das políticas públicas voltadas aos jovens da cidade.

O pontapé inicial aconteceu na noite de sexta, na Câmara Municipal, com uma palestra marcante de Elias Lopes Vieira. Em sua fala, o especialista reforçou o papel decisivo da sociedade civil na construção de um ambiente mais seguro, justo e acolhedor para a infância e a juventude.

No sábado, os trabalhos se concentraram na EMEF ABBS, onde os participantes se debruçaram sobre seis eixos cruciais para o município. Em pauta, soluções práticas para temas como:

  • Aprimoramento da participação popular e do controle social;
  • Valorização e fortalecimento da atuação dos Conselhos Tutelares;
  • Incentivo à convivência familiar e comunitária saudável;
  • Estratégias eficazes de prevenção e combate às violências;
  • Erradicação do trabalho infantil e regulação do trabalho protegido na adolescência;
  • Eficiência e humanização na execução de medidas socioeducativas.

Mais do que um encontro formal, a conferência se consolidou como uma verdadeira arena de diálogo aberto. Ao aproximar quem vive a realidade do município das autoridades locais, o evento gerou propostas concretas que guiarão os próximos passos da rede de proteção.

A Conferência foi promovida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) em parceria com a Prefeitura de Ilha Solteira, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social.

(Marco Apolinário/JPN, com informações e fotos da AsCom/Governo de Ilha Solteira)

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